Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos. Pitágoras

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Até o momento, foram registrados 55 homicídios na metrópole do futuro.

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

jornalismo ou panfletagem barata: a incoerência do "jornalismo" smurf acerca da renúncia de fafá

Depois de ler alguns comentários escritos por "jornalistas" smurfs, financiados pela prefeitura de Mossoró, abordando a questão da renúncia da prefeita fafá Rosado, quase vomitei na tela do computador diante de tanta incoerência, mediocridade, subserviência e bajulação.

Utilizando argumentos medíocres, "jornalistas" que defendiam com fervor a ideia de que fafá concluiria seu mandato, vêm a público tentar justificar um acordo ridículo que ofende à inteligência do eleitor mossoroense.

Poderia dizem muita coisa acerca desse comportamento, bem como da cada vez mais evidente renúncia de fafá. Porém, acho que o blogueiro Carlos Escóssia foi muito feliz quando escreveu o post abaixo:

 PATIFARIA OU ACORDO POLÍTICO


Por dinheiro, certos jornalistas da terrinha, que juravam de pés juntos e olhos rútilos, de que a prefeita Fafá Rosado não renunciaria ao seu mandato, mudam literalmente os seus discursos e escritos.

É inacreditável como "alguns jornalistas" da nossa amada urbe vendem sua dignidade e se expõem ao ridículo ao ponto de agredir e desrespeitar os seus próprios leitores.

A mudança de postura desses pseudos-jornalistas - pagos e controlados - pelo Palácio da Resistência, em tomarem uma posição radicalmente contrária a que vinham adotando até uma semana atrás, enoja o mais desqualificado dos mortais.

Quererem agora, transformar uma patifaria política, um estelionato político em um acordo estratégico montado consensualmente sem negociatas, é querer brincar com a inteligência e cuspir na cara dos Mossoroenses.

 Continuo não acreditando na renúncia da prefeita Fafá Rosado, não existi motivos e fatos que justifique tamanha traição, pois em se tratando de renúncia ao mandato político, cabe indagar se a renúncia é um direito, ou se o encargo assumido por força da eleição vem a ser algo de que o eleitor possa dispor.  
Caso se confirme a renuncia,  a prefeita Fafá Rosado terá a difícil tarefa, de explicar publicamento a sociedade mossoroense o motivo ou motivos que a levaram a não cumprir o mandato que lhe foi confiado pelos mossoroenses e  ainda ficar na dependência futura de um julgamento, que depois de concretizado, será imortalizado às futuras gerações.

 Chega a dar nojo o modo como algumas pessoas enxergam a política: uma eterna troca de favores da qual a ética e a moral não fazem parte.

Pobre Mossoró!

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